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22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

O Trump tem Money Moves

Desde que saiu o novo álbum da Cardi B que eu estou completamente viciada naquela mulher. Para além de ser a minha nova companhia das horas infintas que passo no metro de Lisboa também me viciei no Instagram dela. Ela tem partilhado muitos tweets, vídeos, fotos, etc devido ao Invision of Privacy. Mas o vídeo que vos quero falar hoje e que já me fez dar umas valentes gargalhadas é um remix feito por um fã clube dela que é nada mais nada menos do que o Trump a cantar Money Moves. Claro que o pobre coitado não cantou a música intencionalmente, mas a magia da edição faz verdadeiros milagres. Podia ficar aqui horas a falar disto, mas o melhor mesmo é verem o vídeo.

Divirtam-se!

 

Eu gosto de ter as fotos impressas

Adoro tirar fotografias - e ser fotografada também, confesso - é uma das coisas que mais prazer me dá por significar registar momentos para sempre. E o digital veio facilitar muito a vida de quem como eu gosta de tirar fotos a tudo, mas o prazer de sentir e ver as fotos ao vivo ainda me entusiasma muito. Como sabem os mejs pais ofereceram-me uma Instax no natal e é a minha queridinha para os momentos mais importantes. No entanto também gosto de imprimir as fotos que tiro com o telemóvel ou com a máquina fotográfica e foi por isso que decidi fazer um álbum através da Saal. 

O processo é bastante simples e prático,  basta descarregar um programa para o computador e começar a criar o álbum.  Eu selecionei alguma das minhas recordações da universidade e criei um álbum dedicado aos melhores anos da minha vida. 

Passado alguns dias a encomenda já estava em minha casa e como podem ver através das fotos a qualidade dos álbuns é incrível. Recomendo toda a gente a fazer um! Podem encontrar este e outros produtos na loja online da Saal.

 

Fotos tiradas por mim

Mas onde é que eu tinha a cabeça?

Eu sei que já devem estar cansados de me ouvir falar da minha tese, mas eu vou partilhar isto com vocês na mesma. Eu sabia que fazer uma tese ia dar trabalho, ia requerer muito esforço e paciência e um empenho como tive para muito poucas coisas na vida. O que eu não sabia é que a minha motivação ia ser tão baixa. Tem sido muito difícil pegar neste trabalho. Tudo serve de desculpa: o dia esta bom para passear, o tempo está tão mau que só quero ver um filme, estou cansada do trabalho, etc. Por isso a minha questão é para quem já fez uma tese: como conseguiram? Onde iam buscar motivação? Como se disciplinavam?
Por estes lados precisa-se de ajuda urgentemente.

 

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Imagem retirada do Pinterst 

Alguém morreu e nós ainda devíamos estar a falar disso

Sei que já venho "atrasada" neste assunto, mas sinceramente acho que deveria ser um tema que não deveria ter sido abandonada de imediato pela comunicação social. Vamos falar da morte da ativista e feminista Marielle Franco.
Em pleno século XXI uma mulher foi morta pelo trabalho que exerce, pelas ideias que defende por lutar por um mundo melhor e mais justo.
Isto é triste, muito triste. E apesar de a sua morte ter feito capa de jornais um pouco por todo o mundo rapidamente se passou ao próximo assunto. A urgência de seguir em frente porque o mundo não para assusta-me. Espero que o facto de a Marielle ter sido morta dê ainda mais coragem às pessoas para lutarem por os ideais que ela defendia.
 

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Imagem retirada do Pinterest

Os domingos são de folga (só no blogue)

Quando arranjei trabalho decidi que tinha de arranjar uma rotina nova para não deixar nada de fora. Como trabalho no turno da noite seria uma tentação demasiado grande passar o dia na cama na ronha e depois levantar-me apenas para ir trabalhar. Por isso decidi que iria começar a programar os posts do blogue para que todos os dias continuasse a sair conteúdo novo aqui no blogue, mas também planeei logo que teria de tirar um dia para ficar sem publicações e claro que o dia escolhido foi o domingo. Apesar de para mim ser um dia normal - aquelas coisas de se trabalhar em shopping - para a maioria da população é dia de descanso. 

Quando escolhi este dia para ficar sem publicações fi-lo por ser o dia em que habitualmente tenho menos visitas aqui no cantinho e também tenho a sensação que cada vez mais é o dia que as pessoas tiram para si mesmas e para estar offline. Mas de qualquer maneira queria saber a vossa opinião sobre este assunto e se fazem ou não publicações ao domingo nos vossos espaços. 

 

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Imagem retirada do Pinterest

Ainda se usam os domínios .com?

Como sabem tive vários blogues durante os últimos seis/sete anos e sempre pensei que um dia iria investir num domínio mais profissional, mas nunca chegou a acontecer. Primeiro porque desistia rapidamente deles, ao fim de pouco tempo já não tinham muito interesse e depois porque nunca me identifiquei a 100% com um nome. Demorei uns 15 dias a criar este blogue porque não gostava de nenhum nome que pensava, cheguei a criar um com o meu nome num ato de desespero, mas ao mesmo tempo pensava que não queria algo que fosse o meu nome. Quando o 22 e agora? surgiu desde o início que pensei: «ok se este blogue durar mais de seis meses vou investir num domínio» e assim foi. 

Criei o blogue em junho, mas só em setembro - com a minha mudança para Lisboa - é que comecei a "trabalhar" mesmo nele. Seis meses passaram-se a voar e este mês eu decidi comprar um domínio .com para o meu cantinho. Pesquisei um pouco sobre o assunto, encontrei o site que me pareceu mais viável e fiz a compra. O meu espaço continua alojado no Blogs Sapo, porque eles sempre foram a minha casa, mas está mais "crescido" e com um nome próprio. Acho que este investimento (mensal) pode parecer desnecessário para muitos, mas para mim é algo que em termos estéticos me deixa mais satisfeita, pois torna o URL mais curto e mais acessível. 

E por ai alguma vez puseram a hipótese de comprar um domínio para os vossos blogues ou já tomaram essa decisão?

Tudo é apropriação cultural

O movimento #MeToo do mundo do cinema sobre o assédio sexual é igual às acusações de apropriação cultural que as marcas do mundo da moda tem vindo a ser acusadas, todos os dias surge espaço para um novo caso. É uma coisa por demais já minha gente. Seja que marca for desde a mais cara à mais barata, todas são acusadas de se apropriarem culturalmente de algo. Já não existe espaço para a inspiração neste mundo, claro que não. Se algo faz parte de uma cultura e uma marca cai "acidentalmente" no erro de se "inspirar" nessa peça está, à partida, condenada. Mas isto está a chegar a um extremo, que até o facto de as pessoas usarem algo serve para as condenar. 

A ultima acusação foi feita à Zara que, pobre coitada, que decidiu criar uma saia com um padrão axadrezado - que digamos está na moda - e rapidamente uma alma na internet decidiu sugerir que a bem dita saia é igual a um traje típico usado na Índia e sul da Ásia. Se existem parecenças nas peças? Existem. Mas é por isso que existem inspirações neste mundo. As pessoas criam algo para inspirar os outros a criar outras coisas. Será correto acusar esta marca de apropriação cultural porque no mundo já existia uma saia assim? Ninguém esperava que a Zara fosse criar um produto original não é verdade? É uma marca fast fashion existe para "copiar" as tendências ditadas pelas marcas mais caras que, infelizmente, não estão acessíveis a todos os bolsos. 

Aqui a questão que se põem é, será que a marca se apropriou mesmo da cultura daquele país? Será que as pessoas não podiam ver esta situação como uma espécie de homenagem? Qual é a vossa opinião?

 

A dita saía que foi apropriada pela Zara.

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Imagem retirada da notícia da Teen Vogue

A louca das listas e da organização

Desde que me lembro que sou a louca da organização e com isto quero dizer: listas para tudo e mais alguma coisa, agendas e caderninhos. Faço listas de compras, de coisas que tenho para fazer, de ideias que tenho, de filmes que vi, etc... Se durante a universidade todos os domingos era sagrada a minha «reunião» com o meu caderno para apontar tudo o que tinha de fazer durante aquela semana, hoje em dia as coisas já não são assim. Os trabalhos já não existem e as tarefas tornaram-se outras, por isso, acabei por desistir da ideia de me sentar e escrever isso num caderno porque simplesmente já não funcionava. Durante uns tempos optei por apontar tudo nas notas do telemóvel, mas não satisfazia o meu lado control freak organizado. 

Este ano decidi que aliado às notas do telemóvel queria uma aplicação. Uma app onde pudesse fazer as minhas listas, por as minhas tarefas para fazer e que estivesse sempre ali à mão e sejamos francos - ou pelo menos eu que só gosto de carteiras minúsculas - andar com um caderno atrás para apontar tudo já não é 100% fiável. Depois de uma pesquisa pelo maravilhoso mundo da internet (blogs e youtube) decidi optar pelo Todoist. É uma aplicação gratuita - mas que também tem um sistema pago que dá acesso a mais conteúdo, que eu acredito que para uma pessoa "normal" não será necessário - e com um design clean e que também podem aceder através do computador. Podem criar as vossas categorias e adiconar o eventos a cada uma delas, podem programar ainda o dia em que querem fazer a tarefa e tem algo que eu adorei: podemos classificar cada tarefa pelo grau de prioridade que tem. A única coisa que me chateia é o facto de não ter um caléndário o que me impede de ver, por exemplo, uma vista mensal do meu mês, mas de resto é só coisas boas. 

O meu próximo objetivo é arranjar uma aplicação para controlar os meus gastos monetários, já testei algumas, mas nenhuma me convenceu até hoje, por isso, se tiverem alguma que gostem partilhem comigo que é o meu próximo passo nesta vida de louca organizacional. 

 

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Imagem retirada do Google Imagens