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22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

Foi um 2017 inesquecível.

Tenho que agradecer muita coisa a 2017. Foi um ano de mudança, de descoberta, de transformação.
2017 ensinou-me muito: deitou-me muitas vezes ao chão, mas encontrou sempre uma maneira de me ajudar a reerguer. Este ano conclui (definitivamente) a minha licenciatura e parte do mestrado. Solidifiquei (mais) algumas amizades e percebi que outras não valiam a pena o esforço. Houve tempo para muitos risos, muitas gargalhadas, muitas tardes e noites bem passadas, mas também houve espaço para choro, desespero e cansaço (sobretudo) mental. Houve espaço para mudanças e para chamar um novo sítio de casa.
2017 deu-me a oportunidade de perceber e ter a certeza do que realmente quero fazer para o resto da minha vida. Ensinou-me, à sua maneira, a dar valor a cada segundo ao lado de quem amo e a lidar com a saudade constante de tudo: da minha casa, da minha família e do meu namorado.
2017 ensinou-me a ser mais paciente, mais responsável, mais “adulta”.
2017 deu-me muito, ensinou-me muito. 2018 vai ser ano para conquistas e sonhos, tenho a certeza.
 

Foto retirada do Pinterest 

Pessoas-sol.

“aos meus queridos avós,

por me terem ensinado o verdadeiro sentido do amor incondicional, por me terem ensinado a ver e a ouvir os outros com o coração, por me terem ensinado, com todo a doçura do mundo, que as dores da vida curam-se com abraços, por me terem ensinado que para amar não precisamos estar perto, precisamos estar dentro,
por nunca me deixarem sozinha, mesmo quando já não os posso abraçar, ser pegada ao colo, adormecer nos seus braços, ver o brilho dos seus olhos, ouvir chamar o meu nome na casa da infância mais feliz do mundo: a minha.

obrigada, meus queridos avós, por terem sido (e por serem para mim) os melhores do mundo.“

 

onde quer que estejam avós. eu sei que vão estar a cuidar de mim ✨👵🏼

 

Texto da Sofia de Castro Fernandes autora do Às 9 no meu blogue.

Depois de muitos anos de espera

Este Natal os meus pais surpreenderam-me com algo que eu queria há muitos anos! Sempre tive uma paixão gigante por fotografia, mas mais do que uma máquina profissional sempre quis ter uma polaroid. Desde que a Fujifilm lançou a Inxtax que supliquei aos meus pais que me dessem uma. Em 2017 o meu sonho tornou-se realidade e, finalmente, tenho a minha própria Polaroid. Mais moderna que as antigas obviamente: espelho para ajudar nas selfies, temporizador, vários modos de fotografia, mas mesmo assim o encanto único de poder tocar na foto continua a ser a melhor função de todas.

Obrigado papás, são incríveis. 

 

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Imagem retirada da Internet

Será sempre a minha primeira “casa”

Passaram 3 meses. 3 meses desde o dia em que tive a plena certeza do que quero fazer na vida. 3 meses que embarquei numa das melhores experiências da minha vida até hoje! Foram meses de aprendizagem intensa, de novas amizades, de luta constante. Agora acabou.

Existem locais especiais, que marcam a vida e este é, sem dúvida, um deles. Um obrigado gigante nunca será suficiente à família Elle por tudo o que fizeram por mim. Serão sempre a minha primeira “casa” e eu não podia ter mais orgulho nela. 

 

“No futuro nunca te esqueças que isto é só o começo.”

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Imagem fotografada por mim

Os novos meios que agitam o jornalismo de moda

Os meios tradicionais estão cada vez mais a ser afeados pelos novos meios. E no jornalismo de moda? Estarão os blogues e os canais de Youtube a por em risco as revistas?

 

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    O jornalismo especializado da área da moda é um dos mais descredibilizados no nosso país e enfrenta hoje dois grandes concorrentes que estão a revolucionar a maneira como os meios tradicionais trabalham: o Youtube e os blogues. Se antigamente tínhamos conhecimento das tendências através das revistas, hoje é possível encontrar tudo rapidamente através de uma pesquisa na internet que irá fornecer milhares de resultados, em formato de texto ou vídeo. 

    O surgimento dos novos opinion makers veio alterar o jogo, desde a forma como os conteúdos são produzidos à velocidade com que são adquiridos. Os blogues e o Youtube vieram trazer a resposta rápida e barata que hoje em dia é necessária, pois as pessoas querem cada vez mais a informação ao segundo. Este grupo de jovens é cada vez maior e ganha cada vez mais relevância, pois conquistaram o público desde os adolescentes até às habituais consumidoras de revistas.

    Com esta invasão surgiu a ideia de que o jornalismo de moda poderia ter o seu fim. Para Adriano Batista, editor chefe da Fucking Young! Magazine estas alterações só estão a tornar “mais difícil encontrar bons textos de opinião”, pois o conteúdo é cada vez mais visual, mas também trouxe a vantagem de “ao ser mais difícil encontrar bom conteúdo escrito, este torna-se mais valioso”. Já na opinião de Catarina Rito, uma das jornalistas mais conceituadas na área da moda, este é um jornalismo que ainda não existe “O jornalismo de moda em Portugal é ainda uma realidade residual”.

    Apesar de em meios diferentes a opinião é a mesma quando se fala do valor que é dado ao jornalismo de moda em Portugal. Carolina Santiago, autora do blogue Heaven Rose diz “não muito porque muita gente o vê como uma coisa fútil” acrescentando que “no jornalismo valoriza-se a politica, o desporto e a economia o resto são temas deixados para trás”.

    As diferenças entre os novos meios e os tradicionais são evidentes. Uns estão mais conectados com o público os outros apostam mais em focar-se nos seus públicos alvo. Para Joana Ramos, youtuber no canal Moon is not a liar “no jornalismo à mais pressão para agradar o público alvo” enquanto que na opinião da Carolina Santiago, o facto de “temos mais liberdade para abordar temas” é o que os torna tão conhecidos e ao mesmo tempo tão diferentes dos meios tradicionais. A verdade é que estas jovens contam com milhares de seguidores que acompanham não só o seu trabalho como a sua vida pessoal.

    Estes jovens estão em todos os novos meios e criam uma marca em seu redor. Estão presentes em todas as redes sociais do momento e partilham quase tudo das suas vidas, isto faz com que criem uma ligação muito próxima e pessoal com os seus leitores. Algo que as revistas começam neste momento a tentar alcançar com a adaptação aos novos meios, sobretudo as redes sociais.

    Numa coisa todos eles concordam: fazer jornalismo de moda em Portugal é ainda muito irrelevante e muito pouco reconhecido. É urgente mudar as estruturas das revistas de moda e sobretudo abrir portas e horizontes. É necessário dar mais visibilidade ao produto português e inovar nos conteúdos que apresentam. Para as criadoras de conteúdo dos novos meios o desejo é de que exista uma maior abertura dos meios tradicionais para as receber e assim poderem partilhar conhecimentos e integrar as equipas das revistas.

Artigos interessantes do Shifter

O Shifter faz bom conteúdo. Muito bom, na verdade. Descobri-o recentemente, através do Facebook, mas sem dúvida que já se tornou um dos meus sites de eleição. Há uns dias eles publicaram um artigo sobre um site que nos deixa ver quantas pessoas no mundo têm o mesmo apelido. Achei isto muito interessante e, por isso, decidi partilhar convosco. 

Vou deixar aqui o link direto para o artigo da Shifter e lá está tudo explicado. Visitem! Vale muito a pena.

 

Imagem retirada da internet

Esta cidade está na moda

Hoje passei o dia a passear na minha cidade e apercebi-me como esta pertence cada vez mais aos turistas. A estação que antes era dos viajantes agora é dos grupos de turistas. As esplanadas estão ocupadas, maioritariamente, por turistas. Arrisco-me a dizer até que ouve-se mais inglês e francês do que português nas ruas. O Porto está na moda. Portugal está na moda e é bem verdade.

 

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Foto tirada por mim

 

post escrito para o meu blogue antigo - 27/05/2017

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